sábado, 1 de setembro de 2012

Juliette Raoult














A estudante parisiense Juliette Raoult mora em um quartinho no apartamento onde o fotógrafo Pablo Saborido vive com a mulher, no centro de São Paulo. E adorou a ideia de posar para a Trip: “À tarde, ela olhava pela janela quando pedi para tirar a calcinha”, conta o fotógrafo. “Ela tirou. A camiseta continua cobrindo seu bumbum, então peço para tirá-la também. Ela olha e pergunta: ‘Nua, nua?’. “Nua, nua”, respondo naturalmente

Fotografar uma mulher nua pode ser tão interessante como banal... o que torna a coisa emocionante é a relação que você estabelece com ela naquele momento. Juliette Raoult mora em minha casa e deixa qualquer situação descontraída, não representa o imaginário francês clássico. Fala alto e mexe as mãos de um jeito ao mesmo tempo charmoso e agitado. Sua risada forte demonstra seu conforto com a vida. Essa estudante da universidade parisiense Sciences Po mudou-se pra São Paulo há um ano para fazer intercâmbio, e desde então mora comigo e minha mulher, no que seria nosso quarto de empregada.

Uma manhã, bem cedo – ela acorda todo dia por volta das 7 horas –, encontro-a preparando café de short. Não resisto e comento, com minha cara ainda amassada: “Ju, você daria uma boa Trip Girl”. Sua reação foi uma gargalhada que preencheu a cozinha. Tive a sensação de que ela não percebe o quanto é uma mulher atraente aos olhos dos outros, o comentário gerou nela uma pequena alegria.

Perguntou se ganharia algo por isso, e em seguida pensou em como iria explicar para o namorado, que mora no México, como ela fez para comprar a passagem e ir visitá-lo...

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