terça-feira, 18 de outubro de 2011

Tabatha Fher















Num sábado ensolarado, a cantora capixaba Tabatha Fher tira a roupa no meio da cidade, toma água de uma fonte na beira da estrada, entoa standards enquanto troca a calcinha e declara: “Olha pra mim. Estou no ápice!”

Melhor imaginar Tabatha em todas as suas possibilidades.

Ela, bebê, nascendo há 23 anos em Linhares, no Espírito Santo. O médico virando para a mãe e dizendo que tinha um choro afinado.

Gosto de imaginá-la também aos 19 anos, no lounge do Hyatt de Tóquio, no 28º andar, de longo e batom vermelho – “tinha um stylist!”, conta, com os olhos brilhando –, cantando bossa nova para George Clooney e Kaká, tomando Dom Perignon, machucando geral os corações presentes e a cidade brilhando aos pés dela. Um espécie de Bond Girl B – não a femme fatale principal, mas aquela que você vê em segundo plano, dá alguma ajuda a 007, acaba salvando a vida dele, e você sai do filme a achando mais linda que a Halle Berry. Aos domingos, a única folga, ela pegando a bicicleta e andando por Tóquio, arranhando japonês, se perdendo pelas ruazinhas.

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